Os Delírios de Consumo de Becky Bloom – Crítica

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Em Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Isla Fisher interpreta a consumista e endividada, Rebecca Bloomwood, mais conhecida com Becky, uma jovem jornalista que tem compulsão por compras apesar de ter um salário muito baixo.
Moradora de Londres ela não consegue se controlar quando passa em frente a uma vitrine, muito menos quando essa vitrine mostra uma plaquinha de promoção.
A comédia romântica dirigida por P.J. Hogan, trabalha com o púbico pela identificação. Baseado na série de livros Shopaholic da escritora britânica Sophie Kinsella.
O público feminino se identifica com Becky Bloom pela forma como ela lida com as finanças. Afinal, qual jovem nunca estourou o cartão de crédito?
Becky tem um sonho de trabalhar em uma revista de moda, mas tem que se contentar com o trabalho em uma revista que além de não ter muita relevância em Londres ainda passa pelo processo de falência.
A jornalista chega muito perto de conseguir a vaga tão sonhada, mas acaba participando de outro processo seletivo, ironicamente em uma revista de finanças.
Uma série de confusões acontece mais a bela consegue o emprego e se torna uma grande jornalista de finanças pessoais. Suas matérias ganham repercussão e ela ainda se apaixona pelo editor da revista. Infelizmente esse conto de fadas está ameaçado por um cobrador de dívidas que segue a jornalista por todos os lados.
Esse cobrador vai mostrar que a jornalista não pratica as dicas financeiras que dá aos leitores da revista.

Comédia e romance na medida certa

O roteiro foi trabalhado de uma forma muito gostosa de acompanhar, os momentos engraçados e o romance da trama são bem desenvolvidos.
O público além de se identificar com a história também se sente envolvido nela, você consegue se sensibilizar com a jovem e fica torcendo para que ela recupere suas finanças e também o seu grande amor.
Diferente de toda comédia romântica o lugar comum é transformado em algo inusitado, onde nem toda a maldade que tramam contra a protagonista consegue atingi-la.
É um filme mulherzinha, mas muito bem feito.

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