Simplesmente Amor – Crítica

Simplesmente Amor filme

Simplesmente Amor, filme lançado em 2003, entrelaça a vida de 19 personagens interpretados por grandes nomes do cinema como Hugh Grant, Colin Firth, Rowan Atkinson e Emma Thompson.
Com o objetivo de dizer que o amor se manifesta de todas as formas o diretor Richard Curtis cria histórias cheias de lugares comuns como traição, solidão, viúves, paixão e sexo.
Um músico de rock (Bill Nighy) que tenta voltar a ser um astro, apesar de conseguir voltar à parada de sucessos continua sozinho, sem família e sem amigos.
O novo Primeiro-Ministro britânico (Grant) se apaixona por uma funcionária (Martine McCutcheon). A irmã do primeiro ministro (Thompson) descobre que está sendo traída seu esposo (Alan Rickman).
Depois de pegar sua esposa na cama com o próprio irmão, o personagem de Colin Firth se muda para França e se apaixona por sua empregada espanhola (Lúcia Moniz) mesmo sem conseguir se comunicar com ela.
O ator brasileiro Rodrigo Santoro também faz parte da trama, seu papel é de um colega de trabalho de Sarah (Laura Linney) por quem ela nutre uma paixão silenciosa. Mesmo quando consegue ficar com a ele, a jovem é interrompida por problemas familiares.
Tudo isso acontece em 5 semanas antes do Natal, quando a data mágica chega todas essas histórias se encaixam para um grande final feliz.
Não dá para dizer que o roteiro não foi bem escrito, alinhar todas essas histórias para que juntas tenham um sentido foi um trabalho muito curioso.
Mas como são muitos personagens as histórias ficam meio que incompletas, apesar do filme ser longo, 135 minutos.

Sexo só para ter sexo

O filme mostra cenas de sexo, mas não exatamente está acontecendo um ato sexual. Joanna Page e Martin Freeman interpretam atores pornôs que se apaixonam durante as filmagens.
A nudez da atriz e poses de relações sexuais foram inseridas no roteiro só para atrair a atenção do público. Os dois atores têm diálogos curtos mostrando uma timidez que não combina com as cenas.
Kris Marshall também interpreta um papel sem sentido no filme, um jovem inglês que não se dá bem com as mulheres e parte para os Estados Unidos em busca de sexo.
Como se fosse uma mágica, assim que chega ao país consegue não uma, mas quatro mulheres.

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